Floresta

November 17, 2009

Laica de Prata

laica_01.jpg

Muito se tem feito, pouco se tem postado.
E ainda tenho que fazer um périplo pelas resenhas do "The Gleaming...", e fechar o ciclo da exposição na Amadora.

Mas para já, fica aqui apenas o cartaz da 15ª Feira Laica que nesta ocasião é "comissariada" pelo André Lemos. Mais detalhes no futuro próximo.

[ quem quiser ver uma versão aumentada do poster, basta clicar nele ]

Publicado por João Maio Pinto às 09:40 PM | Comentários (2) | Translate

October 28, 2009

On a porch the geese salute.

mintaandthebrooktrout.jpg


Já tinha aqui falado dos Minta & The Brook Trout, mas não posso deixar de regressar ao assunto. Na passada sexta-feira, o suplemento Ípsilon do jornal Público escreveu um artigo/entrevista e uma crítica ao álbum. Algures no meio das palavras encontra-se desvendado o enigma por detrás dos gansos da capa que desenhei. Resta ler para ficar a saber.
E eu que pensava que ia ser segredo...

Publicado por João Maio Pinto às 01:52 AM | Comentários (3) | Translate

October 26, 2009

Moonspell

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Já sabia que o Jornal I - com quem tenho colaborado já desde há uns meses para cá -, tinha recebido um conjunto de prémios de design fotografia e afins, concedidos pela Society For News Design, vertente península ibérica, há umas semanas atrás (quem veja o ainda pouco desenvolvido website da vertente ibérica, quase se não dá conta de que Portugal está colocado no mesmo saco; aliás, continuamos uma província de espanha em determinados media). O que eu não sabia (isto porque não aparece devidamente identificado - acabei por saber por causa de um telefonema da dita sociedade a pedir o esclarecimento), é que também a uma ilustração minha tinha sido concedido destaque nestes prémios. Assim, o desenho a preto e branco que acompanha este post teve direito a uma menção honrosa de ilustração editorial: foi publicado em 20 de Julho e tinha como objectivo ilustrar os 40 anos da ida à lua. Parece que o congresso da Society For News Design este ano é em Portugal, portanto devo regressar a este tópico em breve, dado que também não tenho todos os detalhes acerca deste assunto.
Esta é portanto uma boa ocasião para referir que o Jornal I tem sido um bom parceiro de trabalho e que é bom colaborar com quem nos concede confiança e ângulo editorial. Só assim se consegue captar a atenção de quem procura fazer triagem do que vai sendo feito de bom por aí, para que esse material conheça o destaque devido.

Ficam aqui em baixo também duas ilustrações minhas que fizeram a capa do dia 25 de Setembro passado.

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P.S. 1 - Chamo a atenção para o facto de que a exposição que anunciei no post de 21 de Outubro, já não ir acontecer, pelo menos na respectiva data e no devido local. Em princípio terá lugar no dia 1 de Maio de 2010 em local a anunciar. Coisas que acontecem...

P.S - Ainda no post de 21 de Outubro, reflectia acerca do destino da Rotring. Foi-me dito que o fornecimento da tinta da china está a cessar. Parece que desde que ela foi comprada por esta empresa, a política que se tem vindo a seguir é cingir a Rotring ao mercado de canetas e lapiseiras. Aliás, visto que a Rotring foi comprada em 2000, e ainda agora não aparece no conjunto de brands do ecran de entrada, só se pode adivinhar o pior.

Publicado por João Maio Pinto às 12:45 AM | Comentários (1) | Translate

October 25, 2009

hellbatclarvoyantburningbaloonandfiatluxwhatever

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Já que estamos na onda de exposições, atrasei-me com a referência à minha participação na exposição colectiva comissariada pelo Pedro Moura, denominada "A Contemporaneidade na Banda Desenhada Portuguesa; Uma Opção de Perspectiva. Dos Formalistas aos Discursivos", presente no Festival de Banda Desenhada da Amadora (no piso 0 do Fórum Luís de Camões) que abriu uma vez mais na passada sexta-feira.

Fico muito contente por participar nesta exposição, porque além de ser do meu agrado o extraordinário trabalho e esforço que o Pedro Moura tem desenvolvido em prol de um género tão ingrato e maltratado, mas também tão gratificante, é também uma boa ocasião para estar a paredes meias com um grupo de autores que eu admiro: André Lemos, Bruno Borges, Joana Figueiredo a.k.a. Jucifer, Nuno Sousa e Carlos Pinheiro.

Depois da passagem pelo Festival de Beja que foi uma experiência marcante para mim, é curioso participar num canto do Festival da Amadora exactamente no mesmo ano, sabendo que é um certame onde o meu trabalho dificilmente teria lugar não fosse por esta via, e para o qual eu olho com uma certa reserva, derivado do facto de insistir num modelo que eu acho banal e desinteressante. É como se a banda desenhada além fronteiras tivesse congelado há já muitos anos atrás, e a matriz do género se mantivesse presa aos franco-belgas, manga, comix, e Tintin e Astérix. Tenho pouca fé nestes moldes, e nestas ocasiões sinto saudades do já desaparecido Festival de banda desenhada do Porto, que a julgar pelo resultado das autárquicas, vai de certeza absoluta manter-se como inexistente durante mais quatro anos. Se a cidade do Porto é o coração cultural do norte do país, então nada há mais para esperar senão o estado continuado de síncope intelectual a que essa região vai continuar a estar votada. Vivi lá muitos anos, e tenho lá muitos amigos - gente extraordinária e criativa -, que sobrevive em estado de perplexidade por ter que atravessar uma escusada idade média. Citando Heiner Muller: "o coração é um vasto cemitério". O norte merecia mais.

Na Amadora apesar de tudo, há diversos eventos a decorrer com algum interesse, de onde eu destaco sobretudo o autor de fundo desta ocasião que é o Rui Lacas, a quem eu envio daqui o meu abraço.
Quero ver se dou lá um salto no próximo fim-de-semana para brindar com os artistas, e para ver como é que ficou a exposição (não pude ir lá este fim-de-semana), dado que tem muitos inéditos meus (como aquele que acompanha este post), e trás à luz do dia originais da malograda "Rabbits Are Dying"... um lixo, um luxo!

Publicado por João Maio Pinto às 10:21 PM | Comentários (0) | Translate

October 21, 2009

Licantropo

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Actualização: esta exposição ficou em águas de bacalhau! - o mesmo grupo de artistas vai expor em outras paragens, lamentavelmente para as pessoas da Figueira da Foz que iriam ver um excelente naipe de trabalhos. Ainda vai demorar um bocado até voltar a acontecer, mas eu depois aviso.
Coisas que acontecem...

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É já para a semana que inaugura na Figueira da Foz uma exposição colectiva na qual eu participo. O sítio onde tudo vai acontecer, é a Galeria Rastro, e a exposição é constituída pelos seguintes artistas (e grande parte deles, também amigos de longa data): Ricardo Angélico / Pedro Duarte Bento / Carla Cabanas / João Maio Pinto / João Fitas / Pedro Pascoinho / Nuno Raminhos / David Rosado / Manuel João Vieira / Pedro Zamith. A exposição chama-se SCATTERED SPACES, inaugura no dia 31 e é comissariada pela Patricia Barreira. O texto de apresentação da respectiva pode-se ler aqui a seguir:

Podemos pensar o espaço da obra como uma região imensa, diversificada e activa, um território de intensidades e potencialidades que a convertem num mapa expandido, aberto. Para sublinhar esta questão, considerámos um conjunto de artistas que, através de determinadas características formais ou compositivas, recurso a estruturas técnicas ou por convocarem uma narrativa disseminada, projectam movimentos de tensão, expressos através de nódulos ou relevos do discurso plástico, que, em dinamismo contínuo, desdobram outras possibilidades na obra.

Patrícia Barreira 09

(quem só leu a parte final deste mail, é melhor ler a actualização no topo)

Publicado por João Maio Pinto às 10:55 PM | Comentários (0) | Translate

Mancha negra

tintadachina_001.jpg

Há muitos muitos anos atrás, deu-se o meu primeiro contacto com a tinta da china,
e desde então nunca mais parou de ser a minha técnica de eleição.
Durante esse tempo todo foi sempre a tinta da china de Rotring que me acompanhou, sempre com os mesmos frasquinhos de plástico cujas rolhas vão ficando gradualmente mais difícieis de desaterrachar por causa da secagem da tinta. Não é que tivesse alguma coisa contra as outras marcas, mas é que eu sou uma criatura de hábitos, e a da Pelikan pelo menos era sem dúvida pior.

Agora, aqui na zona onde eu vivo, a tinta da china da Rotring desapareceu. Fui a um sem número de lojas da especialidade (inclusive à actualmente fúnebre "Papelaria Fernandes"), e é como se a coisa nunca tivesse existido. Num dos estabelecimentos disseram-me que têm ideia que já não vem mais...
Agora, só espero que não aconteça à Rotring o mesmo que aconteceu à portuguesa Molin.

Já que um dos meus posts anteriores foi dedicado ao meu carro, dedico agora o sexagésimo post deste blog àquela que foi desde sempre a minha tinta da china de estimação.

Publicado por João Maio Pinto às 12:59 AM | Comentários (1) | Translate

October 17, 2009

Atmosfera zero

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Publicado por João Maio Pinto às 05:30 PM | Comentários (1) | Translate